Saúde

Para a população, o estresse é uma das principais causas dos problemas digestivos

  • Pesquisa mostra o comportamento das pessoas que têm azia e má digestão frequentes.
  • Todos os entrevistados disseram apresentar esse tipo de problema pelo menos duas vezes por mês, mas apenas 7% buscam ajuda médica.
A marca Eparema, em parceria com a Associação Paulista de Fitoterapia, acaba de lançar a pesquisa “Má digestão: hábitos e comportamentos”, que analisa o impacto dos problemas digestivos na vida da população de São Paulo e do Rio de Janeiro. Entre as descobertas, 68% dos participantes acreditam que o estresse é o principal causador, sendo que a maioria declarou sofrer de azia, má digestão, gases, barriga estufada, prisão de ventre e empachamento pelo menos duas vezes ao mês.

“Estamos vivendo numa época em que o dia precisaria ter muito mais do que 24 horas para as pessoas conseguirem cumprir todas as tarefas. O excesso de atividades dentro de uma rotina agitada causa uma série de impactos negativos à saúde. Entre eles, está o estresse, que apresenta diferentes sintomas relacionados à digestão”, explica a nutricionista e especialista em fitoterapia Vanderlí Marchiori, vice-presidente da Associação Paulista de Fitoterapia.

Além do estresse, a alimentação inadequada, os exageros na comida ou na bebida e a pouca mastigação também foram citados pelos entrevistados como motivos que levam a terem problemas digestivos. Apesar de oito em cada dez pessoas se preocuparem com a alimentação, 47% não deixam de comer algo mesmo sabendo que poderá fazer mal. Por outro lado, 60% têm sentimento de culpa pelo consumo excessivo, sendo que, deste total, 70% são mulheres.

A questão é que uma azia ou má digestão durante o dia pode afetar muito mais do que se imagina. Ainda segundo a pesquisa, os sintomas acabam impactando primeiramente na rotina de trabalho e, na sequência, nos momentos de lazer. Essa é a opinião principalmente de homens e mulheres entre 18 e 30 anos.

A nutricionista enxerga que as pessoas estão cada vez mais conscientes do que é ter um cotidiano saudável, mas, na prática, ela acredita que ainda há um longo caminho a ser percorrido, dado este também confirmado nos resultados da pesquisa: 90% disseram que podem ter uma alimentação mais saudável, equilibrando todos os nutrientes necessários e respeitando as quantidades permitidas, além de trocar cardápios calóricos por opções mais leves.

Preocupação x tratamento

Metade da amostra compra o medicamento que age contra os distúrbios digestivos antecipadamente, enquanto outros quase 40% adquirem apenas quando estão precisando. Em paralelo, apenas 7% disseram ir ao médico quando se trata desse tipo de problema. “O ideal é levar o produto na bolsa ou mantê-lo em lugares estratégicos como, por exemplo, no trabalho ou na farmacinha particular em casa. Assim, o indivíduo está prevenido para situações inesperadas. Porém, é preciso estar atento à periodicidade dos sintomas. Se acontecer com frequência, o ideal é buscar ajuda médica”, diz a nutricionista Vanderlí Marchiori.

Fitoterapia como tratamento

“A fitoterapia é uma ciência que usa matérias-primas vegetais para tratamento e prevenção de doenças. Dentro desse universo, existem os medicamentos fitoterápicos, comercializados na maioria das vezes em diferentes formas farmacêuticas, como óleos, cápsulas e extratos concentrados. Para serem registrados, os medicamentos fitoterápicos  obedecem às rigorosas normas de aprovação da Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária – para garantir segurança, eficácia e qualidade”, afirma a nutricionista e especialista na área.

Entre os pesquisados, 88% acreditam que medicamentos fitoterápicos podem ajudar nos problemas digestivos; a maioria recomendaria esse tipo de produto e acredita que ele tem menos efeitos colaterais que os sintéticos, sendo eficaz como alternativa de tratamento.

Principais resultados da pesquisa:

  • 68% dos participantes acreditam que o estresse é o principal causador dos problemas digestivos.
  • A maioria dos entrevistados declarou sofrer de azia, má digestão, gases, barriga estufada, prisão de ventre e empachamento pelo menos duas vezes ao mês.
  • Oito em cada dez pessoas se preocupam com a alimentação.
  • 47% não deixam de comer algo mesmo sabendo que poderá lhe fazer mal.
  • 60% têm sentimento de culpa pelo consumo excessivo, sendo que, deste total, 70% são mulheres.
  • Os sintomas da má digestão acabam impactando primeiramente na rotina de trabalho e, na sequência, nos momentos de lazer.
  • 90% disseram que poderiam ter uma alimentação mais saudável, equilibrando todos os nutrientes necessários e respeitando as quantidades permitidas, além de trocar cardápios calóricos por opções mais leves.
  • Metade da amostra compra o medicamento que age contra os distúrbios digestivos antecipadamente, enquanto outros quase 40% compram apenas quando estão precisando.
  • Quase 90% acreditam que os medicamentos fitoterápicos podem ajudar nos problemas digestivos.
  • Apenas 7% disseram ir ao médico quando têm azia, má digestão, gases, barriga estufada, prisão de ventre e empachamento.

Sobre a pesquisa: “Má digestão: hábitos e comportamentos”

A pesquisa realizada pela marca Eparema, em parceria com a Associação Paulista de Fitoterapia, tem o objetivo de compreender os hábitos e comportamentos de quem sofre distúrbios digestivos. Foram realizadas 400 entrevistas com homens e mulheres de 18 a 50 anos durante os meses de abril e maio, pertencentes às classes A, B e C e residentes nos Estados do Rio de Janeiro e São Paulo.

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Carreira

 

DUAS REGRAS DE OURO PARA ACELERAR A CARREIRA

João Marcelo Furlan

Você sabia que a superação de tarefas e de relacionamentos difíceis pode potencializar o crescimento profissional e acelerar a carreira?

Muitas pessoas indagam qual o segredo para alcançar posições mais elevadas em uma organização. Os mais jovens, especialmente, buscam a fórmula para crescer rapidamente em um curto espaço de tempo. Mas será que isso é possível?

A resposta é sim. Existem várias competências que contribuem para a aceleração profissional, entretanto, há duas regras de ouro que, se forem seguidas corretamente, podem superar as expectativas em relação à carreira. São elas:

1.Aceite tarefas desafiadoras – esse é o quesito número um no desenvolvimento da carreira. Antigamente, chamavam isso de aprendizagem “on the job“, contudo, aprender apenas o mais do mesmo no trabalho não nos leva a outro patamar de desempenho profissional. É preciso enfrentar novos desafios para “distendermos” nossa capacidade de entrega, fazermos aquilo que nem mesmo acreditávamos que antes era possível.

Um bom exemplo é a prática esportiva, em que o fato de nos unirmos a um time ou participarmos de um torneio, faz com que treinemos e nos concentremos mais e, dessa forma, possamos atingir performances duas ou três vezes melhores do que aquelas que tínhamos quando começamos a praticar esta atividade.

  1. Nutra relacionamentos para desenvolver a carreira – outra maneira de agregar conhecimento pessoal é nos relacionando com pessoas de diferentes perfis, idades e áreas de atuação. Em nossa rotina, se formos reparar, a todo tempo nos deparamos com pessoas que podem nos ensinar uma atividade nova, nos corrigir para fazermos melhor e compartilhar conhecimentos e melhores práticas.

Feedback é uma das principais ferramentas para o desenvolvimento a partir do relacionamento com os outros, portanto, esteja sempre aberto para receber avaliações! É difícil de aceitar, mas se conseguir entender a perspectiva do outro sobre a sua performance e postura, esse se tornará um elemento fundamental para a melhoria de seu desempenho e aceleração de carreira. Invista tempo e tenha foco nas suas habilidades para nutrir e fazer o relacionamento com as pessoas prosperar. Quanto mais subir na carreira, mais importantes esses contatos se tornam, não apenas para seu desenvolvimento em si, mas também para seu bem-estar e influência dentro da organização.

João Marcelo Furlan é fundador e CEO da Enora Leaders, empresa de educação corporativa, especializada em aceleração de resultados.

Gastronomia

Mousse de Chocolate Beauty

Ingredientes: 1 pacote de pudim em pó de chocolate diet (30g);1 colher de sopa de cacau em pó 100%;  500 ml de leite desnatado ou vegetal; 3 claras em neve; 1 colher de sopa de adoçante (forno e fogão – opcional); 5 quadradinhos de chocolate meio amargo e 2 colheres de sopa de colágeno sem sabor

Modo de preparo: Em uma panela, misturar o leite, o pudim e o cacau e mexer até engrossar. Deixe esfriar. Bata as claras até o ponto de neve e misture o adoçante em pó no final, batendo mais um pouco. Incorpore o colágeno sempre mexendo depois, delicadamente, junte as claras à mistura de chocolate. Distribua em potinhos. Corte o chocolate em lascas com uma faca e coloque sobre o mousse.

 Blog-foto-Mousse chocolate-04.2015

Comportamento

                                              CRISE: TEMPO DE SER EXTRAORDINÁRIO

                                                           *Eduardo Shinyashiki

Quando tive a primeira experiência com o esporte radical rafting, algumas orientações do instrutor me chamaram atenção. Ele dizia, resumidamente, que quando o rio está tranquilo podemos remar tranquilamente, mas, se as corredeiras estiverem fortes, temos que comandar os remos com determinação e perseverança para não deixar o barco virar. E o mais importante: nunca largar o remo, em tempo algum.

Frente às previsões e índices econômicos, muitas pessoas entraram 2015 com um pé atrás, temendo a crise e o desemprego. Entretanto, os preceitos do rafting me permitem fazer uma analogia que pode nos ensinar a lidar com o cenário de crise, na qual normalmente muitos se sentem ameaçados no trabalho.

Antes de sentir medo da demissão, primeiramente, ambiente-se e reflita sobre as atitudes e comportamentos anteriores ao período de retração econômica. Pessoas com posicionamento acomodado, desprovidas de ousadia, atitude, que estão sempre justificando a ausência de resultados e que vivem subestimando a si mesmas, tendem a encabeçar a lista de cortes, pois o tempo todo escolheram remar errado ou até mesmo abandonar o remo. É necessário ter consciência de que em época de recessão as empresas precisam de pessoas que tragam soluções e não mais problemas.

Apesar de ser um momento de atenção, a crise não é a ocasião para falar de miséria, mas, sim de prosperidade. É a oportunidade para pararmos e pensarmos “Em qual aspecto a empresa está mais precisando de mim?” ou “O que posso fazer para construir mais resultados?”. Além disso, é importante saber que, se você é um talento e o seu grau de empregabilidade é alto, não há com o que se preocupar. As empresas que confiam no potencial de seus colaboradores jamais irão querer perdê-los.

Se antes você apresentava resultados padrão, agora é o momento de ir além do esperado, de ser extraordinário. Com atitudes nesse sentido, a crise pode ser um ensejo para uma promoção sonhada há tempos, por exemplo. Tudo vai depender da escolha: estagnar, focar no medo e recuar ou arregaçar as mangas e construir os resultados esperados.

O futuro nada mais é que o resultado daquilo que estabelecemos hoje, portanto, é tempo de parar de construir castelos de areia, na qual a onda da crise vem e leva e passar a edificar castelos sólidos que nem o tempo é capaz de derrubar.

Eduardo Shinyashiki é palestrante, consultor organizacional, especialista em desenvolvimento das Competências de Liderança e Preparação de Equipes. Presidente da Sociedade Cre Ser Treinamentos, Eduardo também é escritor e autor de importantes livros como Transforme seus Sonhos em Vida, da Editora Gente, sua publicação mais recente. http://www.edushin.com.br.

Beleza

                     Entenda quais são os cuidados essenciais com a pele ideais para você
Não importa a idade, é preciso estar alerta aos processos de cura e cicatrização da pele em todas as fases da vida
Entre as medidas que garantem o bem estar da pele, algumas são unânimes e essenciais para mulheres de todas as faixas etárias. De acordo com a dermatologista Dra. Anelisa Lamberti, a hidratação e proteção solar são atitudes importantes desde a primeira infância até a velhice.

“A pele não é apenas um revestimento do corpo. Os cuidados para mantê-la protegida e hidratada começam no banho. O primeiro passo é a limpeza. Quando feita incorretamente, pode causar alterações em toda proteção natural. O ideal é utilizar sabonetes neutros, próprios para cada região. Use água morna, evite esponjas e use apenas a espuma do sabonete massageando levemente a região do rosto com as mãos”, explica a dermatologista.

Por outro lado, também existem pontos de atenção especiais para cada idade. A Dra. Anelisa explica o que deve ser observado.

Mulheres de 20 a 30 anos: hidratação leve e uso de proteção solar.

Mulheres de 30 a 50 anos: Além da hidratação, é o início do cuidado com o envelhecimento da pele com produtos adequados, sem esquecer de utilizar o protetor solar.

Mulheres de 50 a 80 anos: É preciso fazer hidratação intensa e reposição de ativos que a pele já não produz por causa da idade.

Embora o jovem tenha uma pele naturalmente mais saudável, por outro lado, a dermatologista explica que é a faixa etária que está mais exposta e em diferentes ambientes. Nesse sentido, podem ferir a pele com mais facilidade. Para esses casos, o processo de cura e cicatrização é essencial para garantir um futuro mais saudável desse órgão.

“Sempre digo que ao tratar da pele, o jovem precisa pensar no futuro, bem como os adultos e idosos se preocuparem com o presente. Por isso, seja uma espinha, queimaduras leves ou pequenos ferimentos, é preciso ter a consciência dos primeiros socorros e cuidados para cada caso. Em qualquer situação de machucado, por exemplo, indico lavar o local com água e sabonete neutro, usar pomadas antibióticas e proteger com curativos adesivos as áreas de atrito ou que são expostas ao sol e poluição”, explica a Dra. Anelisa.

Ela ainda reforça que uma vida saudável e com alimentação adequada são hábitos que contribuem para o bem estar da pele. Além disso, faz um alerta: “O que você pratica hoje vai gerar consequências à pele em longo prazo. Por isso, evite atitudes danosas como o fumo, álcool, drogas e estresse”, finaliza a dermatologista.

Saúde


                                          Os hormônios podem estar te engordando?

Você faz dieta, exercícios e ainda assim o ponteiro da balança não desce, descubra a verdadeira causa disso

As glândulas encarregadas de produzir os hormônios que controlam o metabolismo, a reprodução, o sono e o humor, entre tantas outras funções, interagem entre si como os instrumentos de uma orquestra. Para apresentar uma sinfonia, cada um precisa executar bem a parte que lhe cabe e estar em harmonia com os demais. Se um desafina ou sai do ritmo, o conjunto é prejudicado. O Peso, assim como a saúde, sente o impacto. Por mais que você seja persistente na dieta e no treino, se houver desiquilíbrio, talvez não consiga afinar nem ganhar músculos.

Para por ordem na casa, é preciso conhecer seus possíveis sabotadores e as atitudes que ajudam a recuperar o equilíbrio. Porem em hipótese alguma faça reposição hormonal por conta própria. Ajustar a dose é tarefa para experts. “Exagerar no fornecimento de um hormônio pode atrapalhar a síntese de outro”, adverte Fabio Cardoso, especialista em medicina preventiva e do esporte, de Blumenau (SC). Além disso, nem sempre a reposição é indicada. Pequenas mudanças na alimentação e no estilo de vida podem ser suficientes para você fazer as pazes com a balança.

PESO EXTRA

O T3 (Tri-iodotironina) e o T4 (Tiroxina), secretados pela glândula em forma de borboleta na base do pescoço, agem no cérebro, no fígado, nos rins e no coração, além de controlar a queima de gordura, o pique e a fertilidade. Quando estão em baixa, o metabolismo fica mais lento, o que favorece o ganho de peso.  Outros sintomas de que a tireoide fabrica menos esses hormônios do que deveria (hipotireoidismo) são: queda de cabelo, pele seca, cansaço, sonolência, desanimo, dores articulares e intestino preso (de novo, o peso corre risco). Predisposição genética, exposição a substancias químicas por meio da fumaça do cigarro, poluição e agrotóxicos nos alimentos e uso abusivo de remédios para emagrecer são as possíveis causas.

AÇÃO. Consumir os nutrientes indispensáveis à dupla T3 e T4. “São necessárias boas fontes de iodo (sal de cozinha, frutos do mar), selênio (castanha-do-pará, salmão, farelo de trigo, ostras), magnésio (cereais de trigo integral, castanhas, carne, vegetais de folhas verde-escuras) e aminoácidos (carnes, leite, ovos, feijões). O correto é procurar um endocrinologista para avaliar sua tireoide. O Tratamento em geral é simples e dá resultado: Basta repor os hormônios.

GORDURINHA DO SUTIÃ

Toda vez que o cérebro identifica perigo, prepara o corpo para uma guerra e cortisol entra em cena. Ele controla a pressão arterial e estimula os batimentos cardíacos. Mas, se você vive sob tensão, não dorme bem ou usa corticoides de maneira continua (Contra alergias e doenças auto imunes), essa substancia, fabricada pelas glândulas suprarrenais, tem presença constante na circulação, o que favorece o deposito de gordura. O excesso de cortisol leva a um acumulo extra na parte superior das costas (A Chamada gordurinha do sutiã), além de aumentar a propensão a estrias.

AÇÃO. Descubra maneiras de liberar a tensão. Invista nos exercícios (luta, natação, bicicleta, dança, ioga) e em atividades como meditação e psicoterapia.

BARRIGA VOLUMOSA

Facilitar a entrada do açúcar obtido dos alimentos nas células que precisam dessa fonte de energia é a função da insulina. Ao perceber a presença desse nutriente no sangue, o pâncreas começa a libera-la. “A secreção exagerada sobrecarrega o órgão, eu tende a se desgastar”.

A insulina ainda favorece o estoque de gordura na barriga, além de atrapalhar a síntese de glucagon, que é bem-vindo, pois estimula a queima de gordura. Outros indícios da insulina elevada: acne, aumento de pelos e síndrome do ovário policísticos.

AÇÃO. Coma a cada três ou quatro horas, dando preferencia a proteínas magras (carnes, ovos), gorduras boas (abacate, peixes) e carboidratos de baixo índice glicêmico (grãos integrais, cenoura crua, brócolis, lentilha), que são liberados na corrente sanguínea lentamente, evitando os picos de açúcar. “O problema hoje é que as pessoas exageram nos carboidratos e escolhem os de pior qualidade”, diz Dr Fábio Cardoso

EFEITO IOIÔ

Fabricadas no estomago, a grelina e a leptina são responsáveis respectivamente, pelo apetite e pela sensação de saciedade.  A grelina, cuja produção dispara pertos dos horários das refeições, pode fazer você comer além da conta. Já a leptina contribui para preservar a memoria do peso. Em alta, pode fazer com que você recupere os quilos perdidos, causando o desagradável efeito ioiô. “Se a produção das duas estiver desregulada, não há jeito de afinar”, explica Fábio Cardoso.

AÇÃO. Fuja das dietas radicais. O corpo entende que vai entrar num período de fome e reduz o metabolismo e, com isso, as taxas de grelina e leptina se alteram. Para evitar o emagrece e engorda, é melhor perde peso com um cardápio equilibrado, com carboidrato complexo, proteína magra e gordura boa em todas as refeições. E evite o jejum prolongado.

QUADRIL EXTRALARGE

Os hormônios sexuais podem interferir no peso. Os níveis de progesterona afetam a retenção de liquido, provocando o inchaço. O estrogênio influencia a distribuição de gordura: Se estiver baixo, ela se acumula no abdômen e, se alto, tende a se fixar nos quadris. As mulheres também precisam do hormônio masculino testosterona.  Além de provocar a queda no desejo sexual, níveis baixos desse hormônio dificultam o ganho de massa muscular e a queima de gordura. A reposição fornece doses fisiológicas, femininas, para suprir a carência.

AÇÃO. Faça uma dosagem das taxas, de hormônios sexuais. Embora estudos garantam que as pílulas modernas não engordam, já que apresentam um quinto da dosagem hormonal das pioneiras, mulheres que não perdem peso de jeito nenhum podem ser aconselhadas a trocar o contraceptivo oral por outro método, como o DIU de cobre.

MENOS MÚSCULOS

Enquanto dormimos, são produzidas duas substancias que ajudam a esculpir as curvas. Alem de renovar as células, o hormônio do crescimento, o GH, estimula a transformação de gordura em energia. O pico de produção é por volta das 2 horas da manhã.  Mulheres que varam a madrugada podem apresentar um declínio importante em idade precoce. A melatonina, liberada ao anoitecer e durante o período noturno, é essencial para que o metabolismo funcione bem. Se os ritmos de sono e vigília não forem respeitados, sua síntese é comprometida.  Virar a noite acordada faz a produção desse hormônio despencar , avisa Fabio Cardoso. “Você pode ate emagrecer quando falta melatonina, mas perde massa magra, e não gordura.”

AÇÃO. Durma pelo menos seis horas por noite. Deixe o quarto escuro, mas com uma fresta para entrada de luz natural pela manhã. Evite TV, computador e celular. A atividade física bem dosada melhora a qualidade do sono e produção hormonal. A alimentação correta também. “Por medo de engordar, algumas pessoas cortam as gorduras e ficam privadas de colesterol, matéria prima para a produção de hormônios”, avisa o médico. “Para conquistar um peso saudável, não basta contar calorias. É preciso buscar o equilíbrio.”

Dr. Fábio S. Cardoso

Medico do esporte, especialista em medicina preventiva e longevidade.

Especialista em Medicina Intensiva Adulto, pelo MEC e Sociedade Brasileira de Medicina Intensiva

Especialista em Medicina Preventiva e Longevidade

Pós-graduado em Medicina do Esporte

Membro da Associação Brasileira de Medicina Anti-Envelhecimento

Membro da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte

Membro do Colégio Americano de Medicina do Esporte (ACSM)

Membro do Comitê de Esportes de Combate do Colégio Americano de Medicina do Esporte (ACSM) Colégio Americano de Medicina do Esporte

Colunista em revistas especializadas

Palestrante dos eventos de saúde mais importantes do País